Estas palavras, sentidas e emotivas, foram proferidas por um dos líderes da rebelião anti-NEMUM, Diogo Ribeiro, numa entrevista exclusiva que o mesmo concedeu à ECS News. Quando estava sozinho em casa a cortar batatas para um dos lanches da rebelião, uma das facas desferiu um corte na sua mão.
Um excerto da entrevista é transcrito aqui, como meio de aprofundar o incidente:
Entrevista
ECSN: ECS News, jornal de notícias
DR: Diogo Ribeiro, um dos líderes da rebelião anti-NEMUM
ECSN: Considera que o timing deste ataque foi irrelevante, ou que foi calculado pelo NEMUM?
DR: O timing deste ataque foi claramente calculado. Os agentes do NEMUM assaltaram-me no meu maior momento de fraqueza, o corte das batatas. Para além disso, sabiam que se eu aparecesse no lanche da rebelião sem as batatas devidamente cortadas os homens iam perder a motivação e, quem sabe, abandonar a nossa causa. Atrevo-me mesmo a dizer que a interrupção do corte das batatas é um dos principais pontos estratégicos do confronto.
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| Fotografia exclusiva da grave ferida de Diogo Ribeiro, exemplificando | a violenta brutalidade do NEMUM. |
ECSN: Que implicações é que isto terá na rebelião?
DR: Infelizmente não pude acabar de cortar as batatas, devido à natureza impeditiva da minha lesão. É uma pena, mas o lanche da rebelião não poderá contar com as minhas deliciosas batatas.
ECSN: Certo... Mas eu queria dizer as implicações fora do lanche... A rebelião vai responder ao NEMUM?
DR: Ah. Eu nunca enviaria soldados da rebelião para defender a minha pessoa, já que acredito que a causa está acima de tudo. No entanto, é meu dever reconhecer que o conflito escalou, e que inevitavelmente a violência irá continuar até que este seja resolvido.
ECSN: Muito obrigado, senhor Diogo. Tem algum comentário a fazer em relação à polémica de Jasmina Kaputshnikova, prima de João Sousa e amante de Nuno Gonçalves?
DR: É um episódio bastante lamentável, mas, como se diz na minha terra, "Doesn't matter, had sex".

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